Numa compra de menos de R$ 198,59 no mercado, o consumidor deixou mais de 31% somente em impostos federais e estaduais; na comida de rua de R$ 33 o valor de encargos é de R$ 11,20
Que o consumidor brasileiro é relaxado em relação a saber quanto paga de impostos nas compras é sabido por todo governista e, poucos ao longo dos anos, poucos, ou nenhum presidente ou governadores, jamais reduzem a carga tributária.
Nos últimos 3 anos, esses encargos subiram de 31,9% (trinta e um virgula nove por cento) para mais de 34% (trinta e quatro por cento), além da elevação de preços como arroz, café, carne, ovo que subiram de preço, no mínimo, 50% (cinquenta por cento).
Nesse mesmo período, o salário saiu de R$ 1.302,00 (mil trezentos e dois reais) para R$ 1.621,00 (mil seiscentos e vinte e um por cento), um aumento de apenas 24,5% (vinte e quatro e meio por cento). O efeito disse é a perda real do poder de compra, ou seja, R$ 100 (cem reais) compra apenas 75% (setenta e cinco por cento) daquilo que o cidadão e cidadã levava para casa.
Na compra hoje, 16/9, numa loja de uma grande rede de supermercado de R$ 198,59 (cento e noventa e oito reais e cinquenta e nove centavos) foi pago o momento de R$ 62,78, ou, 31,61% (trinta e um vírgula sessenta e um por cento). Num restaurante popular, um prato de R$ 33 (trinta e três reais) os impostos estadual e federal foram no total de R$ 11,20 (onze reais e vinte centavos), ou 33,94% (trinta e três vírgula noventa e quatro por cento).
Notas fiscais
As notas fiscais apresentam quase de forma ilegível no fim os valores em reais e percentuais de quanto você cidadão e cidadã paga em cada compra no mercado ou na comida de rua.
Inflação
Esses dados representam a inflação em um país que, de 2023 a 2025, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), seria inferior a 20% (vinte por cento).
Reduflação
Essa expressão é pouco conhecida pelos brasileiros não chegados à economia. Mas quer dizer que os preços dos produtos sobem menos, mas as embalagens também diminuem como é o caso dos biscoitos que pesavam 400 gramas e hoje é de 350 gramas; o café solúvel que era 50 gamas agora é 40 gramas ou chocolate que era 100 gramas e hoje é 85 gramas, mas os preços não reduziram. Pelo contrário, aumentaram.
Picanha
A picanha em 2022, logo após a pandemia de covid-19, custava menos R$ 55 (cinquenta e cinco reais) o quilo e, hoje é no, no mínimo, custa R$ 88 (oitenta e oito reais).
