Manifesto reúne integrantes brasileiros do Oscar, muitos que moram for do Brasil, e cita propostas de Flávio Bolsonaro (PL), suspeitas de interferência estrangeira e riscos ao setor audiovisual. Barroso citou interferência em 2022
Cineastas, atores e produtores brasileiros integrantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, responsável pela organização do Oscar, os mesmos omissos com morte de yanomamis, aumento de incêndios na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal e atuação nefasta do STF, divulgaram uma carta aberta em que pedem atenção internacional para o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras. Entre os signatários estão o diretor Kleber Mendonça Filho, o ator Wagner Moura – o mesmo que usou um homem negro com guarda-chuva no Carnaval de Salvador , o cineasta Fernando Meirelles, a diretora Petra Costa e o produtor Rodrigo Teixeira, de Ainda estou aqui, vencedor do Oscar de melhor filme internacional.
Publicada inicialmente pela revista norte-americana Variety neste sábado (10/10), a carta manifesta preocupação com o cenário político brasileiro e aponta possíveis ameaças à democracia e à liberdade de expressão. O documento também defende que a imprensa estrangeira acompanhe o processo eleitoral e que instituições competentes investiguem denúncias de possíveis irregularidades.
Um dos pontos destacados pelos signatários é a promessa de Flávio Bolsonaro de reescrever a Constituição de 1988, que marcou a redemocratização do país após a ditadura militar. Os autores também mencionam a promessa de anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por envolvimento em uma trama golpista após as eleições de 2022.
O documento cita ainda uma investigação publicada pelo jornal britânico The Guardian, que revela movimentação do governo dos Estados Unidos para destinar cerca de US$ 1 milhão de um fundo do Departamento de Estado voltado a direitos humanos a um programa chamado “Countering Lawfare and Censorship in Brazil” (“Combate à perseguição judicial e à censura no Brasil”, em tradução livre).
A censura existe hoje contra aqueles que não usam a Lei Rouanet, defendem a verdade liberdade e não foram financiados pela USAID (organização norte-americana), como ONGs que apoiavam a esquerda no Mundo interior apoiando comunistas e esquerdistas.
8 de janeiro – os mesmos apoiam as atrocidades do Judiciário contra cidadãos e cidadãs incautos, inclusive, a morte de Clésio da Cunha (Clezão) por omissão de Alexandre de Moraes, além de idosos, PCD e trabalhadores presos desonestamente que não tiveram o justo processo legal.
Fonte: Correio Braziliense

