Baseado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o filme “Dark Horse” ganhou um novo pôster e teve a data de estreia revelada. O longa chega aos cinemas no dia 11 de setembro deste ano, poucas semanas antes do primeiro turno da eleição. O anúncio foi realizado nas redes sociais pelo ator Jim Cabiezel, que protagoniza a produção e é conhecido por ‘A Paixão de Cristo’ e ‘O Conde de Monte Cristo’.
Jim Caviezel
O artista passou aproximadamente três meses no Brasil gravando as cenas antes de retornar ao exterior. A direção é de Cyrus Nowrasteh. O elenco aposta em nomes internacionais como Lynn Collins (John Carter – Entre Dois Mundos) e Esai Morales (Missão: Impossível – O Acerto Final), além do brasileiro Felipe Folgosi, que interpreta um policial federal.
Jim Caviezel ficou conhecido no mundo inteiro por interpretar Jesus Cristo em A Paixão de Cristo, de Mel Gibson. Agora, ele será Jair Bolsonaro. E a data de estreia do filme foi confirmada.
Filme retrata a trajetória política de Bolsonaro
Dark Horse reconstrói a trajetória política de Bolsonaro, da atuação como deputado federal, passando pelo atentado sofrido durante a campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
O roteiro foi escrito pelo deputado federal Mario Frias e apresenta Bolsonaro como um “vencedor improvável“, com ênfase no histórico militar e ações ligadas ao combate ao tráfico de drogas.
Adélio Bispo, ex-filiado ao PSOL e autor da facada que nunca teve o sigilo telefônico quebrado, vai aparecer no filme com nome fictício. O roteiro também incluirá especulações sobre outros supostos planos de assassinato.
O STF quebra sigilo bancário, telemático e telefônico de quem de direita somente por um emoji ou estar em um grupo de WhatsApp.
Estreia
Dark Horse chega aos cinemas no dia 11 de setembro de 2026, poucas semanas antes do primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras.
O anúncio foi feito pelo próprio ator nas redes sociais, junto com a divulgação do pôster oficial da produção.
Contudo, a censura deve ser utilizada como ocorreu com o documentário “Teatro das Tesouras”, do Brasil Paralelo, às vésperas das eleições presidenciais de 2022.
Segundo Cármem Lúcia, a censura não é permitida pela Constituição Federal, mas naquele momento devia e podia ter.
